
Sargento Schultz informa:


Enquanto isso:

Sargento Garcia informa:
postado por Ramiro (19/08/2008)
Pela quarta vez, apresentamos uma conferência proferida por Madame Janine Elkouby, cujo vídeo completo encontra-se no site da AKADEM em Paris (ver Vídeo AQUI).
A professora Mme. Elkouby leciona na Université de Strasbourg; desta vez, a conferência trata de O homem e seu vizinho - acerca do amor do estrangeiro.
O título da conferência é, precisamente:
De l’homme à son prochain
Eikev: l’amour de l’étranger (35 mn)
Janine Elkouby, Professeur de lettres
Sefarim - Jérusalem, août 2008
Recomendamos ao Navegante ouvir e anotar, atentamente, a conferência. Trata-se de assunto pontual aplicável em nossos dias; aliás, em todos os tempos.

(para ouvir, clique no ícone acima)
postado por Ramiro (18/08/2008)
O Blog Filosofix deixa seu adeus a Dorival Caymmi,
Na curva de Alfa do Centauro
(clique para ver)
postado por Ramiro (17/08/2008)
17
Pé-Frio Esporte Clube
Categoria: Imagens e charges |
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Sargento Garcia informa:
postado por Ramiro (17/08/2008)
Num dia desses, onde a tristeza devia invadir todos os lares, especialmente no Brasil, até na Bahia, era bom perguntar:
Perdemos ou ganhamos Dorival Caymmi?
Acho que a resposta é: quem teve Caymmi sempre o terá!
E quem pensava que eu, modestamente eu, fosse homenagear, mais modestamente ainda (quem sou eu!) Dorival Caymmi, por sua passagem aqui nesta terra e nessa Terra, com o hino de todos os hinos - Marina -, enganou-se (pelo menos por enquanto). Há outro, que também será; ou já é!
Maricotinha
Depois, falo mais sobre isso… em outras palavras: todo mundo tem um pouco do Caymmi no peito.
Por isso, o importante agora é dizer:
Obrigado, Dorival Caymmi

postado por Ramiro (16/08/2008)
16
Confúcio brasileiro
Categoria: Imagens e charges |
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Fica difícil ler o país em palavras, no país onde a imagem e charge valem mais que mil palavras.
O Confúcio Brasileiro - Sponholz - não deixa por menos. Vai sempre no ponto, que não é o G, mas o dos desafinados.
Roq: tu és perfeito!

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Sargento Garcia informa:
postado por Ramiro (16/08/2008)
Navegante, nunca é demais lembrar:
Como diz lá o mestre do “micro-frônio”:
- Gatos pardos, gatinhas ciamesas, etc e tal…
Vou repetir:
Você tem visitado o site da Rádio USP para ouvir o MADRUGADA USP?
Faça o seguinte (aceite um conselho): clique ali, na coluna verde escura (RÁDIOS) ou na coluna laranja do Filosofix (LINKS). Uma nova tela do seu navegador abrir-se-á e, então, você poderá escolher alguma rádio para ouvir. Todas são geniais, eu acho; mas passe o mouse sobre Rádios no Brasil e, então, clique sobre USP FM SP e ouça o programa MADRUGADA USP.
Daí em diante, é correr pr´o abraço!
O site da Rádio USP é www.radio.usp.br AQUI, para quem quiser visitar.
Você tem escutado? Fica dormindo, de madrugada? Quanto tempo perdido!
postado por Ramiro (16/08/2008)
15
Competição extra-olímpica
Categoria: Imagens e charges |
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Sargento Garcia informa:
postado por Ramiro (15/08/2008)
Lao Tsé - Lie Yu K’eou - é o autor de Tchoung niu-tchen King (ou Tao Te King).
O título pode ser traduzido por A verdade clássica da Vida Perfeita (Le vrai classique du vide parfait) e é datado de 732 d.C. Teve uma “edição de honra imperial” que fixou, para sempre, seu nome na história. Pertence ao grupo de textos clássicos do taoismo, no que se pode chamar de uma academia fundada especificamente para isto. Daqui, deste período acadêmico, é que os textos taoístas são estudados oficialmente.
A verdade clássica, a clássica verdade, a verdade com classe… a vida perfeita.
Encontra-se abaixo a tradução de Benedykt Grynpas, de uma peça componente do Tao Te King, para o Francês, sobre a qual procuramos novas miradas.
Poème, Chapitre 10 [1]
il verra jusqu’á un poil de duvet.
elle entend voleter un menu insecte.
elle distingue l’eau de chaque source.
il est sensible à l’odeur du bois sec.
il est d’une extrême agilité.
ne connait pas de retour.
Um tradução que ofereço, possível (do Francês), seria como nos moldes de um tradutor oriental, isto é: ele diria o que entendeu do que lhe transmitiu o ideograma.

Poema, Capítulo 10.
verá imagens turvas.
ouve o voar de um pequeno inseto.
ela distingue a água de cada fonte.
ele é sensível ao cheiro de madeira seca.
ele torna-se extremamente ágil.
não conhece retorno.
Mas, também, poderia ser lido com maior radicalidade, assim:
Poema, Capítulo 10.
verá indefinidas plumas flutuantes.
ela ainda capta o voar de um pequeno inseto.
mesmo assim distinguirá a água de cada fonte.
será sensível ao cheiro de madeira seca.
dispara o mais ágil que pode.
não conhece retorno.
Plágios?
E devo acrescentar (com o máximo respeito a Lao Tsé):
postado por Ramiro (13/08/2008)
- Lie Tseu. Le vrai classique du vide parfait. Traduit du Chinois par Benedykt Grynpas. Paris, Gallimard, 1961, p. 134 [↩]
13

Sargento Schultz informa:
Você sabia que a jovem que cantou na abertura dos Jogos Olímpicos Comunistas de Beijim estava “plagiada”? A notícia saiu em toda a imprensa mundial. Reproduzimos, abaixo, a nota veiculada pelo Planeta TV.
Cantora falsa nas olimpíadas - link aqui
A menina chinesa que supostamente cantou “Ode à Pátria” durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim fez playback porque a verdadeira cantora não era bonita o suficiente para representar a China, admitiu o diretor musical do espetáculo.
“Queríamos passar uma imagem perfeita e pensamos no que seria melhor para a nação”, declarou Chen Qigang em entrevista à televisão chinesa, que também chegou a ser divulgada no portal Sina.com, antes de ser deletado do site.
Nesta terça-feira, a imprensa chinesa publica várias fotos de Lin Miaoke, de nove anos, que é tratada como uma “estrela em ascensão”. Porém, não diz nada sobre Yang Peiyi, uma menina gordinha de sete anos com os dentes fora do lugar, mas com grande voz.
A menina se apresentou na última sexta-feira durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos diante de 91.000 pessoas no estádio Ninho do Pássaro e de bilhões de telespectadores de todo o mundo.


COMENTÁRIO:
Deveriam ter convidado uma criança tibetana para assobiar a canção Colonel Bogey’s March, em homenagem ao Tibet do Dalai Lama.
postado por Ramiro (13/08/2008)
12
Plágio por todos os lados
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Sargento Garcia informa:
postado por Ramiro (12/08/2008)
Esparta não é só berço de heróis, como Leônidas, o Rei-chefe dos Trezentos, no famoso Desfiladeiro das Termópilas (Portões de Fogo); nem de Cástor e Pólux, os dioscuros. Ali é solo sagrado. Inúmeros outros personagens da mitologia grega trafegaram pelo Peloponeso, desde Jasão, Héracles (Hércules), Agamêmnon, Menelau, Odisseu, Ájax Telamônio, Aquiles, Orfeu, Teseu, Perseu, Laio (o pai de Édipo), todos eles estiveram, um dia, nas terras de Esparta. Isto, para citarmos apenas aqueles mortais; porque entre outros, há mulheres inesquecíveis, deuses e deusas.
Helena de Esparta, Cliptemnestra, Electra, Ifigênia, Leda, Penélope. Entre os Olimpianos, Hermes, Athena, Ártemis, Zeus Ele próprio.
È muito pouco provável tomarmos a narração de um mito que não tenha, em alguma parte, uma relação direta com Esparta. E não só mitos, histórias e teorias do sentimento, mas a história dos fatos propriamente: de tal maneira Esparta está inserida na vida grega antiga, que até mesmo Olímpia, o berço dos primeiros Jogos Olímpicos, tem relação umbilical com Esparta.
Houve lá, na Grécia, um rei chamado Enômao que governava Pisa, na Élida. Seu pai era, nada menos que, Ares, o senhor da Guerra.
Enômao casou-se, então, com a plêiade Astérope. Eram sete, as filhas de Atlas (Alcíone, Astérope, Celeno, Electra, Maia - a mãe do deus Hermes-, Mérope e Taígeta - ver BlogNovela Sit on My Face Capítulo XII). Desse casamento - um, filho de Ares, deus da batalha, e uma, filha de Atlas, o mais forte de todos os seres capazes de sustentar a Terra às costas -, nasceu Hipodamia.

Mas, a filha de Enômao era assediada por muitos pretendentes. O rei, por sua vez, negava-se a entregá-la ao matrimônio porque temia ser assassinado pelo futuro genro, conforme lhe havia sido anunciado em um oráculo.
Como era impossível sustentar tal argumento perante uma comunidade de heróis que reivindicavam, sobretudo, a honradez, não restava outra alternativa a Enômao senão propor uma contenda sobre-humana que era a seguinte: casar-se-ia com a filha aquele que o vencesse ou o ultrapassasse numa corrida de carros.
E mais…
Enômao permitia que o desafiante saísse à frente, enquanto ele próprio sacrificava um carneiro em honra do deus, seu pai. O segredo por trás dessa ousadia era que Enômao possuía uma parelha de cavalos que só não eram alados porque não tinham asas! No resto, eram invencíveis, pois foram dados pelo próprio Ares ao filho.

Como a corrida terminava em Corinto, local do santuário sagrado de Poseidon, era fácil para os cavalos de Enômao alcançarem qualquer outra carruagem (carro); e nisto, o rei matava o pretendente; em sua lista já contavam mais de doze desgraçados.
Até que, um belo dia, lá nos arredores de Pisa, apareceu ninguém menos que Pélops, filho de Tãntalo, pai de Atreu, avô de Menelau e Agamêmnon. Pélops havia nascido na Ásia Menor e buscado refúgio nas terras gregas, especialmente onde, depois, veio a ser o Peloponeso, em sua homenagem.
Já vemos que a história da família de Pélops perpassa quase todas as tragédias gregas: desde Crisipo, Laio e, por conseqüência, Édipo Rei; até o casamento de Menelau e Helena que culmina com a Guerra de Tróia.
Havia, contudo, um outro detalhe na “corrida de Enômao”, que era o seguinte: o concorrente deveria levar, em seu carro, a formosíssima Hipodamia ao seu lado. Não é difícil imaginar o que deveria sentir um desses pretendentes com a singela (e até então pura…) virgem ao seu lado, mostrando-se como merecedor de amor eterno e, ao mesmo tempo, competindo contra o próprio sogro.
A cena poderia ser refeita - se já não foi (desconhecemos) - por Hollywood! É de se ver um “carro” com quatro cavalos e um herói exibindo-se para a lindíssima Hipodamia; correndo pela estrada empoeirada; cabelos ao vento; Hipodamia, virgem, belíssima, ali ao lado; o herói incitando excitado (sem trocadilhos!) os cavalos o mais possível; a jovem olha para trás e vê seu pai aproximando-se ao longe; um sorriso de desdém; a fúria do herói pedindo mais aos cavalos - “Meu Reino por mais um cavalo!”, teria dito e acrescentado Shakespeare, no Ricardo III, num belo repetir do feito -; e Enômao ultrapassa o adversário.
É, de fato, um script digno de uma super-produção!
Até que chega o desafiante Pélops…
Este não era um qualquer. Além de ter sido cocheiro dos melhores e mais velozes, era astuto e perigoso. Mais que isso, pois Hipodamia apaixonou-se por ele instantaneamente.

Que fez ela? Ah, as mulheres por seus amores! Ah!
Não foram somente Medéia ou Ariadne que desafiaram reis. Hipodamia corrompeu o cocheiro Mírtilo, serraram o carro real, de tal sorte que haveria um acidente fatal.
Além disso, como se não bastasse, Pélops era, digamos, tão ordinário que - se conta numa versão - teria oferecido a própria Hipodamia por uma noite ao cocheiro, se o carro real fosse mutilado!
Uma proposta indecente! Vemos que Hollywood não está distante de Hipodamia!
Claro que Enômao arrebentou-se todo após fazer o sacrifício ao deus e mandar seus corcéis poderosos arrancarem no rumo do desafiante Pélops. Morreu despedaçado.
Pois bem: Pélops casou-se com Hipodamia.
E o cocheiro? Você quer saber, não? Ah! A curiosidade que mata e devora os corações!
Após as núpcias entre Pélops e a dengosa maravilhosa formosa fingida Hipodamia, esta viajava de carro com o cocheiro Mírtilo (enquanto Pélops, deliberadamente, ausentara-se… ). Então…
A formosura de Hipodamia encontrara-se com a volúpia de Mírtilo. Há quem diga que ele tentou seduzir (melhor dito, estuprar) Hipodamia; há quem diga que ela tentou seduzi-lo mas que, diante da recusa, acusou-o de tentativa de estupro. O fato é que Mírtilo foi morto e, antes de morrer, lançou uma maldição sobre a família de Pélops; maldição essa que não foi em vão.
A rigor, a família de Pélops não só foi a responsável pelas desgraças da Guerra de Tróia, com o casamento de Menelau com Helena e também o de Agamêmnon com Cliptemnestra; como também das desgraças todas na Casa Real de Tebas, porque um dos filhos de Pélops, Crisipo, veio a se apaixonar por Laio, pai de Édipo Rei.
Aliás, toda a desgraça da Casa Real de Tebas, onde nasceu Édipo, tem um vínculo estreito aqui.
Crisipo, filho de Pélops e Hipodamia, foi assassinado pela espada esquecida de Laio (pai de Édipo), que lá estivera, no Peloponeso, em refúgio. Conta-se que quem o assassinou foi a própria Hipodamia. Há várias versões sobre isto, mas uma delas é mais “cinematográfica”: de que Hipodamia, na verdade, fosse sua madrasta; e que, para vingar a morte do filho, Pélops baniu a esposa da Élida.
O fim da história, contudo, é o seguinte:
Para homenagear a esposa “fiel”, Pélops não só instituiu, em Olímpia, uma festa em honra da deusa Hera (a senhora protetora dos amores legítimos…!!!), como também obedeceu a uma ordem proferida diretamente do Oráculo de Delfos que dizia o seguinte:
- Mandava recolher as cinzas de Hipodamia e sepultá-las em Olímpia, num santuário erigido em sua honra.
Daí, Pélops não apenas organizou os primeiros Jogos Olímpicos, como também os fez em homenagem ao rei Enômao.

Cyniska, a espartana, quando competiu e venceu em Olímpia, tinha mais razões para tanto que supõe nossa vã filosofia.
postado por Ramiro (11/08/2008)
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E o festival continua…
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